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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Energia terá novo aumento e sobe até 5,7% a partir desta segunda-feira na Paraíba

Aumento atinge 58 concessionárias em todo o Brasil e foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta sexta-feira. Na Paraíba, Energia aplica 5,7% para região de Campina e 3,8% para demais localidades

Economia | Em 27/02/15 às 18h46, atualizado em 27/02/15 às 19h41 | Por Redação com Agência Brasil
Marcos Santos/USP Imagens (Fotos Públicas)
Conta de luz fica mais cara, novamente
A conta de energia vai ficar até 5,7% mais cara a partir de segunda-feira (2) para consumidores paraibanos, clientes da Energisa no estado. São 5,7% para clientes da região de Campina Grande e 3,8% para os consumidores das demais localidades do estado. Chamado de 'Revisão Tarifária Extraordinária', esse aumento tem como objetivo repassar para o consumidor os custos com a geração de energia. Os valores das bandeiras tarifárias também sobem a partir de segunda.

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O reajuste atinge 58 concessionárias em todo o Brasil e foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta sexta-feira (27). Os maiores aumentos serão para as distribuidoras AES Sul (39,5%), Bragantina (38,5%), Uhenpal (36,8%) e Copel (36,4%). Os reajustes mais baixos serão aplicados para as distribuidoras Celpe (2,2%) e Cosern (2,8%).

Para as concessionárias das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste o impacto médio será de 28,7% e para as distribuidoras que atuam nas regiões Norte e Nordeste, de 5,5%. A diferença ocorre principalmente por causa do orçamento da CDE e da compra de energia proveniente de Itaipu.

A revisão extraordinária está prevista nos contratos de concessão das distribuidoras, e permite que a Aneel revise as tarifas para manter o equilíbrio econômico e financeiro do contrato, quando forem registradas alterações significativas nos custos da distribuidora, como, por exemplo, modificações de tarifas de compra de energia, encargos setoriais e de uso das redes elétricas. Na tarde de hoje, a Aneel também aprovou o orçamento da CDE para este ano, que prevê repasse de R$ 22 bilhões para a conta dos consumidores de energia.

Entre dezembro de 2014 e fevereiro de 2015, várias empresas solicitaram a revisão extraordinária, por causa da falta de chuvas e a maior necessidade de compra de energia de termelétricas, que é mais cara.

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