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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Promotor dá voz de prisão a agentes penitenciários na Paraíba


12/07/2017 às 13:56
Fonte: Da Redação
No município de Sousa, no Sertão paraibano, nessa terça-feira (11), um promotor de Justiça deu voz de prisão a agentes penitenciários que conduziam apenados.
Segundo informações, o motivo da decisão aconteceu após os agentes não permitiram que as famílias tivessem acesso aos presos por causa de uma determinação judicial.
O presidente da Associação de Agentes Penitenciários da Paraíba, Marcelo Gervásio, diz que o promotor cometeu abuso de autoridade.
Foto: Ilustrativa - Reprodução/Internet
Foto: Ilustrativa – Reprodução/Internet
– Os agentes fizeram a condução de três privados de liberdade para uma audiência na Comarca de Sousa. Os familiares dos presos solicitaram ao promotor que pudessem falar com os presos e os agentes penitenciários falaram para o promotor que não seria possível, porque existia uma portaria interna da própria Comarca proibindo esse tipo de contato dos familiares após ou antes das audiências. Ao informarem isso para o promotor, o promotor disse que ia prendê-los. É flagrante o abuso porque comprometeria a segurança dos privados de liberdade, agentes públicos envolvidos na operação e de todos os presentes na Comarca. Desarmaram os agentes penitenciários na frente de todo mundo no flagrante ato de humilhação e de soberba – criticou.
Marcelo destacou que denunciará o promotor no Conselho Nacional do Ministério Público.

Abertas inscrições para o CFO da Polícia Militar na Paraíba; veja edital


Concurso está oferecendo 30 vagas, sendo 25 para candidatos do sexo masculino e cinco para candidatas do sexo feminino
Polícia | Em 12/07/17 às 06h54, atualizado em 12/07/17 às 06h54 | Por Redação
Divulgação
CFO
Começam, nesta segunda-feira (11), as inscrições para o Curso de Formação de Oficiais (CFO) da Polícia Militar. O procedimento deve ser feito pela internet, até o dia 28 de agosto. Acesse o edital e comente no fim da matéria.

O concurso está oferecendo 30 vagas, sendo 25 para candidatos do sexo masculino e cinco para candidatas do sexo feminino.
Por questões de ordem técnica, o pagamento das guias da taxa de inscrição do certame, geradas no mês de julho de 2017, deverá ser efetivado até o dia 31 de julho de 2017. Já as guias geradas no mês de agosto de 2017, deverão ser pagas até o dia 31 de agosto de 2017.
Candidatos que quiserem isenção na taxa devem solicitar o benefício até o dia 21 de julho.

Defesa diz que vai trabalhar para que Berg Lima volte à Prefeitura de Bayeux


Sheynner Asfora disse que na última segunda-feira (10) pediu a revogação da prisão de Berg por entender que os requisitos que a justificaram não estão presentes
Mais política | Em 12/07/17 às 10h56, atualizado em 12/07/17 às 11h26 | Por Alexandre Freire
Reprodução/Instagram/berglimapb
Prefeito afastado de Bayeux, Berg Lima
O advogado Sheynner Asfora, responsável pela defesa do prefeito afastado de Bayeux, Berg Lima (Podemos), disse, nesta quarta-feira (12) ao Portal Correio, que está aguardando a decisão do juiz relator do caso, Aluizio Bezerra Filho, para que o gestor possa responder ao processo em liberdade. O advogado também disse acreditar no retorno de Berg ao comando da prefeitura. “Isso faz parte da nossa estratégia de defesa, mas cada passo de uma vez”, afirmou. Comente no fim da matéria.

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Sheynner disse que na última segunda-feira (10) pediu a revogação da prisão de Berg por entender que os requisitos que a justificaram não estão presentes. Ele lembrou que o gestor já foi afastado do cargo e sua liberdade não acarretará qualquer prejuízo para o andamento do processo. Ainda segundo o advogado, já foram feitas buscas e apreensões na casa do prefeito afastado e também na prefeitura.



Enquanto aguarda a decisão da Justiça, Berg Lima permanece preso no 5º Batalhão de Polícia Militar, no bairro do Valentina, na Zona Sul de João Pessoa.

O prefeito afastado de Bayeux foi preso suspeito de cometer suposta corrupção ativa. O gestor estaria extorquindo fornecedores, cobrando metade do dinheiro que a prefeitura devia a eles, referente à gestão passada, para então liberar os pagamentos. A prisão aconteceu por meio de uma operação realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) e pela Polícia Civil, em 5 de julho.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Manchetes dos principais jornais nacionais desta terça-feira

11/07/2017 às 7:32
Fonte: Da Redação
Folha de S.Paulo
Em reuniões, Maia avalia ser inevitável a queda de Temer
O Estado de S. Paulo
Após revés na CCJ, Temer age para derrubar denúncia
O Globo (RJ)
Temer sofre derrota, mas aposta em trocas na CCJ
Correio Braziliense
Temer perde no relatório, mas canta vitória na CCJ
Estado de Minas
Relator recomenda processo contra Temer
Zero Hora (RS)
Relator da CCJ na Câmara dá parecer favorável à denúncia contra Temer
Agora São Paulo
Confira quais documentos destravam a grana do FGTS
Valor Econômico (SP)
Relator aprova ação contra Temer
Jornal do Commercio (PE)
Denúncia com parecer favorável preocupa Temer
A Tarde (BA)
Relator pede aceitação de denúncia contra Temer

Operação nas ruas contra esquema de sonegação na Paraíba


11/07/2017 às 8:02
Fonte: Secom/PB
Foi deflagrada, na manhã desta terça-feira (11), a “Operação Orange”, resultado da atuação conjunta da Delegacia de Crimes Contra a Ordem Tributária/DCCOT, Promotoria de Justiça de Crimes Contra a Ordem Tributária- MP/PB e Secretaria de Estado da Receita, tendo por objetivo dar cumprimento a nove Mandados de Prisão Preventiva e 13 Mandados exclusivos de Busca e Apreensão.
Foto: Secom/PB
Participam desta Operação, 15 delegados da Polícia Civil, 55 policias civis, um promotor de Justiça da Promotoria de Crimes Contra a Ordem Tributária e 16 auditores fiscais de Tributos Estaduais.
Os Mandados de Prisão Preventiva e de Busca e Apreensão estão sendo cumpridos nas residências dos investigados nos municípios de João Pessoa e Bayeux, enquanto os mandados somente de Busca e Apreensão estão sendo cumpridos nos escritórios dos alvos presos e ainda em um escritório de contabilidade.
Foto: Secom/PB
A “Operação Orange” tem por objetivo desarticular um esquema criminoso de sonegação fiscal, falsidade ideológica, falsificação de documentos e uso de documento falso.
Mediante informações repassadas pela Secretaria de Estado da Receita e pelo Ministério Público Estadual, as investigações preliminares realizadas pela Delegacia de Crimes Contra a Ordem Tributária demonstraram que os investigados têm agido, em conjunto, por meio do esquema criminoso popularmente conhecido como uso de “laranja ou testa de ferro”, como forma de camuflar suas operações comerciais ilegais e fraudar a fiscalização tributária.
Foto: Secom/PB
Após 16 meses de investigação, identificou-se que o grupo criminoso atuou no período de 2011 a 2017, operando pelo menos 13 empresas de fachada, valendo-se de pelo menos 22  laranjas/testas de ferro, movimentando cerca de R$ 30 milhões em notas fiscais fraudulentas e causando lesão aos cofres públicos em montante que já ultrapassa R$ 8 milhões.
O crime sobre o qual pesam indícios contra os investigados são: artigo 297/CP (falsificação de documento público), artigo 299/CP (falsidade ideológica), artigo 304/CP (uso de documento falso) e  artigo 1º, I, II, e V C/C  artigo 2º, I, da lei 8.137/90 (crimes contra a ordem tributária), cujas penas somadas podem chegar a 22 anos de reclusão.
Será concedida uma coletiva de imprensa às 10 h, na sede da Secretaria de Estado da Receita/Gabinete do Secretário/Centro Administrativo Estadual, em Jaguaribe, na cidade de João Pessoa, quando serão repassadas mais informações sobre a operação.

Pizza com quase 1 metro de diâmetro é 'atração gastronômica' no Brejo da Paraíba

Pizza com quase 1 metro de diâmetro é 'atração gastronômica' no Brejo da Paraíba

Preço da 'Pizza GG' varia entre R$ 80 e R$ 100, dependendo dos sabores escolhidos
Mais entretenimento | Em 10/07/17 às 18h00, atualizado em 10/07/17 às 18h04 | Por Pedro Alves
Divulgação/José Ivanildo
Pizza GG custa entre R$ 80 e R$ 100
Neste dia 10 de julho é comemorado o Dia da Pizza e o paraibano que quiser fazer uma 'grande homenagem' para um dos pratos mais populares do país tem uma ótima opção. Em Alagoa Grande, no Brejo paraibano, a 103 km de João Pessoa, a 'Pizzaria do Orelha' produz uma, real, pizza gigante. Ela tem 90 centímetros de diâmetro e só sai do restaurante na mala de um carro. Comente no fim da matéria.

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O idealizador do prato é o dono da pizzaria, o pizzaiolo José Ivanildo, popularmente conhecido na cidade como 'Orelha'. Ele conta que a ideia surgiu quando ele viu em alguns lugares uma pizza grande, mas que era feita em forma quadrada.

“Eu sempre vi algumas pizzas grandes, mas eram quadradas. Então desde o início deste ano resolvi fazer uma gigante em uma forma redonda. A pizza tem feito sucesso, a gente consegue vender umas 20 por semana”, contou José.
Pizza faz sucesso na região
Foto: Pizza faz sucesso na região
Créditos: Divulgação/José Ivanildo
Além de ir comer na pizzaria, que fica no Terminal Rodoviário de Alagoa Grande, os amantes da pizza podem encomendar um pedido, mas terão que buscá-lo. Isso porque a pizzaria não tem como fazer delivery por não ter uma embalagem grande o suficiente.
O preço da 'Pizza GG' varia entre R$ 80 e R$ 100, dependendo dos sabores escolhidos, e se divide em cerca de 80 fatias. Para fazer pedidos ou saber mais informações, basta ligar para o número (83) 9 9394-5659. 

sexta-feira, 7 de julho de 2017

35 anos sem Jackson Pandeiro

Na véspera do aniversário da morte de Jackson do Pandeiro, o músico ganha homenagem

Tributo ao artista paraibano acontecerá no dia 20 no Theatro Municipal do Rio

05/07/2017 - 14h00 - Atualizado 05/07/2017 14h21
O saudoso Jackson do Pandeiro terá sua obra revisitada em show no Theatro Municipal do Rio (Foto: Divulgação)
No dia 10 completam-se 35 anos da morte de Jackson do Pandeiro e, para celebrar a memória do cantor e compositor, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro abrigará um festival em tributo a ele. A primeira edição do Festival Harmonia dedicará no dia 20 um show em tributo ao artista, com músicas suas interpretadas por nomes como LenineRoberta Sá, as instrumentistas do Trio Capitu e o grupo musical Carlos Malta & Pife Muderno, responsável pela base sonora da apresentação.
"A ideia de uma releitura da obra do grande mestre Jackson do Pandeiro veio do diretor musical Carlos Malta. Da boa relação dele com Roberta Sá e dos planos que tinham de tocar juntos músicas nordestinas, surgiu a oportunidade de trazê-las para o festival. A proposta de agregar o Lenine casou de forma perfeita e pudemos, inclusive, realizar a analogia do nome do espetáculo com a música 'Jack soul brasileiro'. Como estamos no Theatro Municipal, nada melhor que contar também com a classe do Trio Capitu, com as três artistas eruditas tocando MPB", diz Rodrigo Rezende, que assina a curadoria do espetáculo.