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sexta-feira, 4 de março de 2016

No Senado, Cássio volta a defender saída de Dilma e pede novas eleições


Senador paraibano fez discurso no plenário após deflagração da 24ª fase da Lava Jato, cujo alvo principal é o ex-presidente Lula, do PT
Mais política | Em 04/03/16 às 09h56, atualizado em 04/03/16 às 12h09 | Por Redação
Assessoria
Cássio Cunha Lima
O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) voltou a defender a saída da presidente Dilma Rousseff (PT) do poder e a realização de novas eleições, na manhã desta sexta-feira (4). O discurso em plenário aconteceu após a deflagração da 24ª fase da Operação Lava Jato, cujo alvo principal é o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Entre as duas soluções previstas na Constituição, o impeachment e novas eleições, a segunda é a melhor. Nada purifica mais uma democracia quanto uma eleição”, disse o senador, ao defender a cassação da chapa eleita em 2014.
Cássio disse que a “democracia brasileira está doente, em estado de infecção generalizada e não há como imaginar soluções com Dilma à frente do país, pois a presidente não comanda os fatos, mas é comandada por eles”.
O senador também criticou as altas taxas de desemprego e a falta de eficácia no combate à epidemia da dengue e zika vírus.
“O povo brasileiro está sofrendo. Estamos diante de um quadro onde os mais pobres e mais necessitados estão sendo duramente atingidos. Até quando vamos suportar isso? Não podemos. Esse governo deve ter fim decretado pelo bem do Brasil”, disse Cássio, ao convocar a população para manifestação contra Dilma marcada para o dia 13 deste mês. “Se você não for para as ruas, a presidente fica no poder. Não é hora de recuar, é hora de mostrar altivez, reascender a esperança”, concluiu o senador.

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