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domingo, 26 de julho de 2015

Paraibana usa redes sociais e acha suspeito de matar o filho dela

Egon Davilly foi baleado em 2013, dentro de um bar, em João Pessoa.

Suspeito foi preso em Curitiba e transferido para a Paraíba

Do G1 PB
 A dona de casa Maria José, moradora de João Pessoa, utilizou as redes sociais para monitorar e encontrar um homem suspeito de matar o filho dela, Egon Davilly de Lima, de 25 anos, em 2013. O suspeito estava morando na cidade de Curitiba, no Paraná, e, após ter sido localizado pela mãe da vítima, foi preso. A prisão aconteceu em maio deste ano, mas a informação só foi divulgada nesta sexta-feira (24), quando o suspeito chegou à Paraíba.
Egon foi baleado dentro de um bar, no bairro de Mangabeira, em abril de 2013, e morreu dias depois no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, após não resistir aos ferimentos. De acordo com a família, o motivo do crime teria sido porque o suspeito estava com ciúmes de uma amiga que teria conversado com a vítima.
Eu não me desgrudava do celular, dia e noite, sempre procurando ver o que estava acontecendo"
Maria José,
mãe do jovem assassinado
Na época do crime, duas pessoas que teriam ajudado o suspeito a fugir foram presas. Um mandado de prisão preventiva foi expedido contra o suspeito, mas ele não havia sido localizado. Maria José começou a investigar o crime por conta própria e descobriu que o suspeito utilizava outro nome nas redes sociais, e que estava em Curitiba.
“Eu não me desgrudava do celular, dia e noite, sempre procurando ver o que estava acontecendo. Entrei também no Facebook da esposa dele, e ela postou umas fotos em Curitiba. Eu tinha informações de que ele estava lá, e estas fotos confirmaram minha suspeita”, disse a mãe de Egon.
O suspeito, de 23 anos, estava trabalhando como segurança de um cantor sertanejo do Paraná. Juntamente com os parentes, Maria José acompanhou por seis meses as redes sociais do cantor para monitorar os locais que o suspeito frequentava com o artista. Após juntar as provas, ela procurou o Ministério Público e pediu a prisão do jovem.
“Falei com promotor de Justiça e ele disse que ia atender o pedido. Mandou todo o material que eu tinha para o Ministério Público em Curitiba e lá eles conseguiram prender o suspeito três dias depois”, explicou Maria José.
Após passar 72 dias preso em Curitiba, o suspeito foi transferido para João Pessoa na madrugada desta sexta-feira (24). Ele chegou de avião com os agentes da polícia e imediatamente foi levado para a Penitenciária Desembargador Flósculo da Nóbrega, conhecida como presídio do Roger.

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