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sexta-feira, 10 de abril de 2015

Acusada de matar modelo fala pela 1ª vez após o crime: "Sou humana; ele era meu irmão"


Ana Paula falou que todas as acusações que a relacionam com a morte de Dalmi não são verdadeiras. “Fui ameaçada”, afirmou. “Deus conhece meu coração e sabe que eu não mandei matar Dalmi”, continuou, emocionada

Cidades | Em 09/04/15 às 19h33, atualizado em 09/04/15 às 19h41 | Por Redação
Reprodução/ TV Correio HD
Ana Paula é acusada de mandar matar modelo
O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) deve julgar ainda este mês o pedido de anulação do julgamento que condenou Ana Paula Teodósio de Carvalho, acusada de mandar matar o modelo Dalmi Barbosa Filho, em Santa Rita, na Grande João Pessoa, em dezembro de 2013. Ela e outros réus foram condenados no dia 20 de março de 2014 a cumprir pena de cerca de 20 anos de reclusão em regime fechado. Ana falou pela primeira vez depois do crime; assista abaixo.


Em entrevista exclusiva ao Cidade Alerta Paraíba da TV Correio HD, exibida nesta quinta (9), Ana Paula se descreve como "uma pessoa humana”, fala detalhes a relação com os outros acusados do crime e disse que considerava o modelo como um “irmão”. “Eu o conheci na igreja”, disse ela, que nega ter participado do assassinato.

Ana Paula falou que todas as acusações que a relacionam com a morte de Dalmi não são verdadeiras. “Fui ameaçada”, afirmou. “Deus conhece meu coração e sabe que eu não mandei matar Dalmi”, continuou, com lágrimas.

O delegado que comandou as investigações, Pedro Ivo, disse ao vivo, no Cidade Alerta Paraíba desta quinta (9), que há provas de que Ana Paula foi a mandante do homicídio. "Ela arquitetou detalhe por detalhe do crime", afirmou o delegado.

Assista à entrevista, em duas partes, com produção do jornalista Hyldo Pereira.






O advogado dela, Thiago Beltrão, disse nesta quinta-feira (9) em entrevista exclusiva ao Cidade Alerta Paraíba, da TV Correio HD, que se o pedido de anulação do julgamento não for aceito, a defesa pretende pedir que a pena seja reduzida. Segundo o advogado, a reclusão em regime fechado foi considerada “exacerbada”.

Assista:

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