RC não engole tese da independência e mira ´governistas´ do PEN
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Após sinalização do líder José Aldemir, a bancada rejeitou vetos do governo do Estado em bloco, inclusive com votos dos governistas Edmilson Soares, Branco Mendes e João Gonçalves. Na hora que Aldemir indicou voto a favor do governo, os “penistas” da oposição chiaram e não seguiram o partido, votando contra a indicação do líder.
Em suma, a independência do PEN serve apenas quando a indicação de voto é contra o governo. Aí, o bloco vota de forma unânime. Quando é a favor do governo, a unidade é naturalmente é quebrada. Resumo da ópera: no PEN, a oposição não quer ser caça.
Ao saber disso, o governador Ricardo Coutinho engoliu atravessado. Pelos sinais que deu, avalia que um governista que está no PEN é mais oposicionistas que André Gadelha, líder da bancada de oposição. E, portanto, deve ser tratado como tal.
Para Ricardo Coutinho, a conversa, portanto, não se encaixa. Ser independente é privilégio de quem não depende. Não é caso de alguns parlamentares.
Luís Tôrres
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