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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Campina deve terminar ano com 60 poços; volume de Boqueirão cai para 5,8%


Até o momento, 26 já tinham sido concluídos em escolas, hospitais, parques e outros pontos da cidade
Serviços | Em 09/11/16 às 11h18, atualizado em 09/11/16 às 11h26 | Por Redação
Divulgação
Equipamento para perfuração de poços custa R$ 1 mi
A prefeitura de Campina Grande prevê que 60 poços sejam perfurados em diferentes bairros até o fim do ano. Até o momento, 26 já tinham sido concluídos em escolas, hospitais, parques e outros pontos da cidade. Para as obras, a gestão investiu em equipamento avaliado em R$ 1 milhão. O açude de Boqueirão, que abastece a cidade, segue rumo a um colapso e marcou 5,8% da capacidade.

De acordo com o secretário Obras e Planejamento, André Agra, a meta é a perfuração de um poço por dia, mas este serviço é dificultado pelas próprias condições geológicas da cidade, pois, em muitos locais, a implantação de poços não se mostra viável.
André Agra, porém, disse que a ação do governo municipal não se limita ao trabalho de perfuração de poços. “Prova disso, foi o envio ao Ministério da Integração Nacional de um projeto que garante recursos para a instalação de mais cem poços, além de 50 dessalinizadores, mil caixas d’água e outros equipamentos destinados a possibilitar a segurança hídrica da comunidade”, divulgou a secretaria.
Outras ações ainda foram ressaltadas por André Agra, tais como o programa municipal de implantação de barragens subterrâneas, a limpeza e a recuperação de barreiras, entre outras iniciativas voltadas, especificamente, às populações residentes na zona rural de Campina Grande.

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