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sábado, 19 de setembro de 2015

Suspeito de matar empresária a tesouradas na Paraíba ainda é procurado pela polícia

Crime aconteceu no dia 28 de agosto no município de Lagoa Seca. Familiares da vítima questionam a polícia pela demora na prisão do suspeito, que fugiu da cidade após o crime

Polícia | Em 18/09/15 às 22h55, atualizado em 18/09/15 às 23h07 | Por Halan Azevedo
Reprodução/Google Street View
Manifestação vai ser realizada em Lagoa Seca
Continua foragido o pipeiro suspeito de assassinar a tesouradas a dona de um posto de combustível que funciona no município de Lagoa Seca, no Agreste paraibano, a 162 km de João Pessoa. O crime aconteceu no dia 28 de agosto deste ano.



Segundo o responsável pela 10ª Delegacia Seccional de Polícia Civil, Iasley Almeida, a polícia ouviu todas as testemunhas e o inquérito já está fechado.

“O inquérito foi plenamente concluído, com o autor do crime já identificado. A delegacia ouviu testemunhas necessárias e coletou provas. Buscamos o depoimento de pessoas que estavam lá no momento do crime e isso ajudou bastante”, disse o delegado.

Mesmo com a conclusão do inquérito, o suspeito continua foragido 21 dias após o crime. Segundo o delegado, a dificuldade de coleta de informações tem atrasado a prisão.

“Como o suspeito fugiu após o crime, representamos pela sua prisão e estamos tentando colher informações para prendê-lo. Ele está escondido em algum lugar e por isso necessitamos da ajuda da população para que quem tiver informações entre em contato com o Disque Denúncia (197) e ajude a polícia”, contou o delegado.

Em protesto, familiares da vítima realizaram uma manifestação, na tarde desta sexta-feira (18), para pedir esclarecimentos e uma solução para o caso.

“Faz 21 dias que minha cunhada foi morta e o suspeito continua foragido. Até hoje, não fomos chamados pela polícia, não nos procuraram para nada. Não temos nenhuma novidade no caso e o assassino continua impune. Esperamos que a polícia cumpra o seu papel, investigue e prenda o rapaz. Queremos que a segurança volte na nossa região”, disse a cunhada da vítima, Josenilda Silva.

Questionado sobre as alegações da família de que eles não teriam sido procurados pela polícia, o delegado informou que apenas testemunhas que estavam no local, no momento do crime, foram ouvidas.

“Não foi necessário ouvir familiares que não estavam no local. Buscamos o depoimento de pessoas que estavam lá no momento do crime e isso ajudou para confirmar a identidade do suspeito”, concluiu o delegado.

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