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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Deputado paraibano é cotado para comandar 2ª Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara Federal


Deputado paraibano  é cotado para comandar 2ª  Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara Federal
Atual presidente da CPI da Petrobras, o deputado federal Hugo Motta (PMDB-PB), pode ser indicado para presidir a sua segunda CPI. Trata-se da CPI do BNDES, no lugar do também deputado Marco Rotta (PMDB-AM). Pelo menos foi o que divulgou o portal nacional Diário do Poder na coluna de Cláudio Humberto nesta sexta-feira (25).

Segundo a coluna, incomodados com o presidente da CPI do BNDES, Marco Rotta (PMDB-AM), tucanos pedem sua substituição por Hugo Motta (PMDB-PB). A CPI do BNDES investiga os contratos de financiamento ocorridos entre os anos de 2003 e 2015 relacionadas à concessão de empréstimos, que até junho estavam sob sigilo, concedidos a países como Angola e Cuba por parte do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Por um acordo entre os partidos, a presidência é do PMDB, que indicou o deputado Marcos Rotta (PMDB-AM), e a relatoria, com o PR, que sugeriu o nome do José Rocha (PR-BA). Os nomes foram confirmados em uma eleição secreta, por 22 votos a favor. Não houve votos contrários nem abstenções.

Descontente com o acerto, o PT á época fez críticas ao arranjo articulado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e tentou lutar pela relatoria da comissão. O cargo de relator é disputado porque compete a ele ditar o ritmo das investigações e elaborar um parecer ao final. Apesar dos esforços, o PT deverá ficar com a segunda-vice-presidência da CPI.

A primeira vice-presidência ficará a cargo do PSDB, que indicou Miguel Haddad (PSDB-SP), e a terceira, com o PRB, que indicou Marcelo Squassoni (PRB-SP). No total, a comissão é composta por 27 membros titulares e igual número de suplentes.

Além de Hugo Mota, o deputado federal Efraim Morais Filho (DEM), preside a CPI dos Fundos de Pensão, que foi instalada na Câmara dos Deputados. Ele foi indicado para comandar as investigações por meio de um acordo de líderes partidários, que destinou à presidência aos Democratas.


Redação com Diário do Poder

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