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terça-feira, 2 de setembro de 2014

SUS oferece terapias alternativas para a população em João Pessoa

Entre as terapias estão Reike, Acupuntura, Tai-chi-Chuan.

Atendimentos vão acontecer na Bica, no bairro do Róger.

Do G1 PB
Mulheres poderão aproveitar os benefício do tai chi chuan (Foto: Divulgação/Sesc)Tai chi chuan é uma das técnicas oferecidas
(Foto: Divulgação/Sesc)
Terapias alternativas estão sendo oferecidas gratuitamente para a população de João Pessoa pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A lista inclui reike, massagem terapêutica, atendimentos com plantas medicinais, Medicina Ayurvédica, Acupuntura, Auriculoterapia, Tai-chi-Chuan e atendimentos com florais de Saint Germain e da Amazônia. As terapias são oferecidas no Centro de Estudos e Práticas Ambientais (Cepam), que funciona no Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica), no bairro do Róger, em João Pessoa. O atendimento acontece de terça a sexta-feira, das 8h às 16h.
O atendimento começa a partir de uma conversa, quando o coordenador do Núcleo de Práticas Integrativas Complementares, Sérgio Holanda, esclarece todas as dúvidas a respeito das Práticas Integrativas, faz uma triagem, e indica um ou mais tratamentos, dependendo do que o usuário necessite. Para fazer as atividades, o usuário não precisa de um tipo de roupa específico, apenas roupas leves que facilitem os movimentos e proporcionem conforto.
Uma das atividades desenvolvidas para grupo é o Tai-chin-chuan, considerada terapia de manutenção da saúde, baseada na medicina tradicional chinesa, que visa equilibrar corpo e mente. Segundo o coordenador de Práticas Integrativas, Sérgio Holanda, a prática pode ser comparada ao  Kung Fu, só que de forma mais pausada, e pode ser praticado por qualquer pessoa.
Atividades individuais também vão ser desenvolvidas, como a Auriculoterapia, considerada uma Acupuntura feita sem agulhas e menos invasiva; a própria Acupuntura tradicional; o Reike, feito com imposição de mãos, além de massagem terapêutica e atendimentos com florais de Saint Germain e florais da Amazônia.
As terapias não precisam necessariamente ser ser indicadas por profissionais da saúde pública, como médicos, odontólogos, ou mesmo enfermeiros do Programa de Saúde da Família. Mas, segundo Sérgio Holanda, essa indicação agiliza o atendimento porque chegam com um encaminhamento e uma referência e, a partir disto, é possível saber com mais precisão o trabalho que deve ser feito.

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