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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Primeira dama quebra silêncio e posta desabafo sobre invasão de privacidade


Primeira dama quebra silêncio e posta desabafo sobre invasão de privacidade


Primeira dama Pâmela Bório quebra silêncio, posta desabafo sobre invasão de privacidade e revela existência de escutas na Granja Santana 

Após ter o nome envolvido em mais uma polêmica, a primeira dama do Governo da Paraíba, jornalista Pâmela Bório resolveu usar a sua conta no instagran, neste sábado (20), para quebrar o silêncio sobre o propagado vídeo de uma discussão familiar entre ela e o marido, o governador Ricardo Coutinho (PSB), que disputa à reeleição.

O desabafo aconteceu logo após que uma revista de repercussão nacional publicou uma nota sobre o famoso vídeo e, ainda por cima, apontou a primeira dama como a principal suspeita de ter divulgado a discussão com o marido.

Diz a nota: “A mulher do governador e candidato à reeleição Ricardo Coutinho é apontada como suspeita de tramar contra o próprio marido por ter divulgado uma gravação de um perrengue entre os dois”.

Indignada, Pâmela se disse estarrecida com a exploração de um episódio familiar e adianta que as providencias judiciais já foram tomadas, para que os que invadiram sua privacidade sejam punidos.

O desabafo gerou várias curtidas e comentários. Ela lembra que há câmeras por toda parte da casa, mas em uma das respostas, no entanto, Pâmela revela que foram flagradas escutas no criado mudo da Granja Santana, fato que até agora ainda não havia sido divulgado.

Após a revelação, ela volta a alertar que as providências já foram tomadas e que os responsáveis irão responder judicialmente. 

“Só vim falar agora porque não aguento tanta sordidez, em que nos deslocam da nossa condição de vitima. Mas já tinha dado entrada na justiça para saber do vazamento do vídeo”, postou ela.




CONFIRA A POSTAGEM NO INSTAGRAM, NA ÍNTEGRA

Estarrecida com um cenário eleitoreiro perverso, venho a público expressar minha profunda indignação pela tamanha maledicência com que têm nos golpeado. Sim, acima de posicionamentos partidários, o que está em questão é o desrespeito, principalmente, a uma instituição que representa a base social: a família. 

Estou aqui movida por uma perplexidade inexplicável e instigada pelo mais profundo sentimento de injustiça diante de tantos fatos graves que têm acontecido na busca desenfreada pelo poder, entre eles, a infâmia e o atentado violento à privacidade, um direito salvaguardado pela Constituição. 

Com muita dificuldade, tentei manter certo distanciamento dos embates entre os candidatos às eleições a fim de me preservar enquanto cidadã e jornalista, tendo mantido o foco no desempenho dos meus misteres, incluindo o voluntariado ou os trabalhos na função de primeira-dama do Estado. Mas não pude continuar alheia às questões políticas em que fui inserida e ainda envolveram o nosso filho, numa ação orquestrada com uso de calúnias ou de assuntos estritamente pessoais em campanha eleitoral. 

A quem pode interessar criar ou expor crise familiar de forma indiscriminada? A resposta é óbvia. Se o objetivo foi desviar de uma repercussão anterior, provou-se apenas que não medem esforços para atingir determinado fim, utilizando até meios sórdidos como a divulgação de mídia privada. 

A quem pode interessar a criação de factóides sem qualquer consistência lógica? Como e quem pode ser responsabilizado? Ser fonte pagadora de blogueiros e colunistas que disseminaram a maldade já comprova a intenção da ação vil, que ainda possui o agravante de deslocar a vítima à condição de algoz num desvirtuamento da verdade e numa atitude covarde ao se aproveitar desse tipo de situação, demonstrando ausência de qualquer sentimento de comiseração. 

Independente de motivações, trata-se de prática reprovável em todos os contextos, uma subestimação ao senso crítico comum, à inteligência coletiva. Assim, tendo em vista os últimos acontecimentos, processos judiciais, cíveis e criminais estão sendo movidos para que todos os responsáveis pelas injúrias sejam punidos por cada violação de direito constitucional.



PB Agora 

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