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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Áreas de risco de João Pessoa serão monitoradas por câmeras, diz PMJP

Solicitação foi feita pela Defesa Civil de João Pessoa ao BID.
Monitoramento servirá para áreas da Defesa Civil, segurança e mobilidade.

Wagner LimaDo G1 PB
Defesa Civil de João Pessoa realiza simulação na Comunidade Saturnino de Brito  (Foto: Divulgação/Secom-JP)Áreas como a Saturnino de Brito serão monitoradas por câmeras antes mesmo da chegada da Defesa Civil (Foto: Divulgação/Secom-JP)
As 31 áreas de risco de João Pessoa serão monitoradas por câmeras, uma estratégia de combate aos desastres naturais. A Coordenadoria de Defesa Civil de João Pessoa solicitou aos técnicos do Banco Interamericano do Desenvolvimento (BID) a implantação do equipamento nas comunidades, segundo o titular do órgão, Noé Estrela. O investimento será possível porque a capital foi inserida no programa ‘Cidades Emergentes e Sustentáveis’.
Segundo Noé, as câmeras funcionarão 24 horas e com elas será possível monitorar todas as áreas com interesses em melhoria de resultados na defesa civil, trânsito e segurança pública. “Fizemos essa solicitação na semana passada durante a reunião com a equipe técnica dessa necessidade. Com as câmeras lá é possível que as equipes avaliem o nível de chuva por áreas, os pontos de alagamento e qual percurso seria mais fácil de trafegar com equipes de socorro e de resgate”, frisou.
Apesar de ter um 'tempo resposta' considerado excelente pela Defesa Civil Nacional, segundo Noé Estrela a Defesa Civil de João Pessoa quer tornar o atendimento às ocorrências mais eficiente. “De posse de imagens nós podemos, inclusive, saber que órgãos devem ser acionados prioritariamente para ajudar no atendimento e evitamos deslocamentos desnecessários. Podemos com as imagens apurar o nível de gravidade na comunidade”, disse. A Defesa Civil está implantando o serviço de alto falante para mobilizar os moradores diante de alguma ocorrência grave.
João Pessoa tem 31 áreas consideradas de risco que são monitoradas pela Defesa Civil devido aos riscos de alagamento ou por conta da proximidade de barreiras e encostas. A prefeitura estima que aproximadamente 10,5 mil famílias. Algumas, a exemplo do Timbó (nos Bancários), Saturnino de Brito (Centro), e o Bairro São José estão passando por obras estruturantes para implantação da urbanização.

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