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quarta-feira, 30 de julho de 2014

Diretor de hospital quer ação conjunta por fim de retenção de macas na PB

Aumentar número de leitos não resolve, defende Edvan Benevides.

Problema voltou a ser registrado no Trauma de João Pessoa na segunda.

Do G1 PB
O diretor administrativo do Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, Edvan Benevides avalia que não existe possibilidade do hospital resolver sozinho a retenção das macas do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) no hospital. Em entrevista à TV Cabo Branco na manhã desta quarta-feira (30), Benevides ressaltou que a possibilidade do aumento do número de leitos na unidade, uma das soluções apontadas para o problema, não é estruturalmente possível.
A declaração foi dada menos de dois dias após um jovem morrer no hospital depois de ter sido baleado na Rua do Rio e precisar ser socorrido pela Polícia Militar por conta da demora do serviço do Samu, segundo a própria família da vítima. Na noite de segunda-feira (28), dia em que o jovem foi baleado, oito ambulâncias do Samu ficaram paradas no Trauma de João Pessoa por conta da retenção de macas.
Para Edvan Benevides, é preciso haver um esforço conjunto para o que o problema seja resolvido definitivamente. “Essa estratégia de aumento de leitos deve ser feita por toda rede de urgência e emergência. Além das macas sobressalentes das ambulâncias de transportes, que deixam uma maca no primeiro atendimento e resgatem a anterior quando forem deixar um segundo paciente”, comentou.

Ainda segundo o diretor administrativo do Hospital de Trauma de João Pessoa, o número de leitos na unidade dobrou desde 2011. “Não temos estrutura física para ampliar os leitos na unidade e nem podemos retornar ao cenário visto em 2011, quando 92 pacientes ficavam espalhados pelos corredores”, ressaltou.

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