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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Cerca de 300 mil passageiros podem ficar sem transporte coletivo na Grande João Pessoa

Conforme o presidente do Sindicato dos Motoristas da Paraíba, Antônio de Pádua, tudo vai depender da decisão da categoria; AETC diz que é especulação
Cidades | Em 02/07/14 às 09h18, atualizado em 02/07/14 às 10h26 | Por Hacéldama Borba
Reprodução/Ônibus Paraibanos/Thiago Martins
AETC diz que paralisação não vai ocorrer
A Grande João Pessoa poderá amanhecer na próxima segunda-feira (7), sem a circulação dos transportes coletivos. Aproximadamente 280 mil usuários poderão ficar sem ônibus na região metropolitana. Por meio de assembleia geral da categoria, os motoristas decidem nesta quarta-feira (2), se deflagram uma greve ou não a partir da zero da segunda, na sede do Sindicato dos Motoristas da Paraíba na Capital.
Conforme o presidente do sindicato, Antônio de Pádua, tudo vai depender da decisão da categoria, que vai analisar a contraproposta do Sindicato patronal enviada no dia 25 de junho. Os motoristas reivindicam além dos 14% de reajuste salarial, a unificação do vale alimentação para R$ 500 e ainda o pagamento integral do plano de saúde, que atualmente é pago somente pelos trabalhadores.
“Nós enviamos a nossa pauta de reivindicação ao Sindicato patronal, no dia dois de junho, já que a nossa data base é dia primeiro de julho e recebemos a contraproposta que será avaliada ainda hoje com categoria e conforme for poderemos paralisar as atividades sob advertência na próxima segunda-feira”, disse.
A Associação de Empresas de Transportes Coletivos de João Pessoa não acredita na paralisação dos motoristas. Segundo a AETC-JP, tudo não passa de especulação. 
De acordo com o presidente do Sindicato dos Motoristas, 5 mil profissionais trabalham nas 82 linhas de ônibus de João Pessoa e nas 20 linhas que cortam as cidades de Cabedelo, Santa Rita e Bayeux, na região metropolitana.
A frota de ônibus da Capital é de 480 veículos em circulação, de oito empresas de transportes de passageiros de característica urbana, conforme explicou Antônio de Pádua.

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