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quarta-feira, 4 de junho de 2014

Jovem é agredido por seguranças e um PM no Hospital Regional por que reclamou do mal atendimento dado a sua avó

Ao ver o sofrimento da sua avó, o rapaz correu a procura de uma cadeira de rodas ou maca, para que fosse atendida, então recebeu a agressão de seguranças e de um PM



Por meio do seu perfil no Facebook, a jovem Luana Alves ('Luuh Alves'), 22 anos, moradora do Conjunto Três Imãs (Rosa Cruz), postou fotos-denuncia, acusando os seguranças do Hospital de Trauma de Campina Grande -PB, e um sargento da PM, de terem agredido com socos o seu irmão. O caso aconteceu ontem por volta das 8, ou 9 horas da noite (20-21h). 

Segundo ela, sua avó paterna uma idosa de 
74 anos, que é suspeita de linfoma, sentiu-se mal sexta feira, e ondem a família a levou para o Hospital Pedro I, que encaminhou a paciente para o Hospital de Traumas da cidade, chegando lá, se quer apresentaram a mesma uma cadeira de rodas ou maca, então o seu irmão,  José Messias Alves (18 anos) que trabalha como ajudante de marcenaria, ao ver o estado triste da sua avó, e por não ser atendido, ele se alterou em busca de uma cadeira de rodas ou maca e o segurança e um 'sargento da PM', conhecido por  'Ferreira', imobilizou o parente da paciente sem atendimento, o agrediu juntamente com os outros seguranças de apoio do hospital. 

Luana afirma  que mesmo José Messias já imobilizado, os seguranças ainda lhe deram socos e bateram com sua cabeça no chão por várias vezes, logo, se o relato aconteceu, pode ser qualificado por tentativa de homicido em ato de tortura e não só agressão. Ela alega que, as testemunhas que estavam na hora do ocorrido, disseram que a agressão contra o seu irmão durou quase uns 20 minutos, a aoto de "tortura" foi tanta que chegou a quebrar os dentes do rapaz e cortou toda a sua boca e feriu o seu nariz.


Para acabar de matar, o jovem foi conduzido algemado como um bandido de alta periculosidade para a delegacia, chegando lá, o sargento Ferreira para tentar justifica a ação covarde em agredir (mesmo se o rapaz tivesse alterado não merecia), começou então com a 'historinha distorcida' de que o jovem teria lhe agredido verbalmente, mas se o caso de agressão verbal tivesse acontecido, o normal seria chamar a viatura mobilizar o mesmo e deter-lo, não agredir ao ponto de quebrar os dentes do rapaz a danifica os e nariz a boca, logo o sargento meio confuso, disse que o irmão dela teria lhe dado um murro,  e meio confuso, depois disse que foram 3 murros, aumentando assim a historia dizendo que o rapaz lhe deu vários socos e que seu rosto estaria cheio de pontos sem aparecer hematomas.


Ela ainda disse que seu pai pediu a delegada que ela solicitasse o exame de corpo delito, para comprovar quem foi o agredido e o agressor, a delgada não aceitou, pois se tivesse aceito, encaminharia o jovem e o sargento para o IML, a fim que seja feito exames pericial por um médico legista, indicificando a agressão física nos dois, como acontece de praxe segundo determina a lei. 

Os pais ficaram reclamado e sofreram ameaçaram de receber voz de prisão por desacato a autoridade, e que a delegada disse que seu pai tem 6 meses para pedir o exame pericial. Todavia, se José Messias chegou a delegacia com lesões e hematomas expostos, de um lado o Código de Processo Penal no artigo 158 determina que em caso de existirem vestígios de lesão provocada por algum tipo de infração (agressão ou tortura), como vemos nas fotos do rapaz que  tem lesões, logo deveria ser requisitado o exame de corpo de delito para poder configurar o tipo dos danos na face do jovem ou do sargento que alego ter sido agredido, mas Luana disse que a delegada não requisitou.

Luana disse que tal ação, em não fazer exames para identificar as agressões no sargento deve ter sido um meio de o deixar impune. 
Depois de todos os procedimentos feitos pela delegada, José Messias passou por uma sessão de 'banho-maria' e só foi liberado por volta de 1 da madrugada.

A família do rapaz tem que procurar a um advogado particular ou defensor publico,  fazer uma denuncia na Corregedoria da Policia Militar contra o Sargento Ferreira, devem também entrar em contato com a secretaria de Saúde do Estado para que o seguranças sejam punidos administrativamente, e denunciar na imprensa radiofônica e televisiva para que não fique o esquecimento e que haja justiça, onde sendo comprovado a agressão Estado e os agressores tem que indenizar o rapaz. 

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Gente preciso da ajuda de vocês, para fazer uma denuncia de um caso que ocorreu com a minha família no Hospital de Trauma, logo após minha avó ter sido encaminhada do hospital Pedro I, aqui mesmo na cidade, pois a minha avó estava sentindo muitas dores desde sexta-feira por uma doença grave, e chegando ao hospital de trauma de Campina Grande, meu irmão vendo o sofrimento da minha avó se desesperou e foi em busca de alguém para lhe trazer uma cadeira de rodas ou maca, no que ele se alterou o segurança e sargento Ferreira lhe imobilizou e o agrediu juntamente com os outros seguranças de apoio do hospital, com meu irmão imobilizado os seguranças lhe deram socos e bateram com sua cabeça no chão repetidas vezes, segundo as testemunhas que estavam na hora o ocorrido se passou por uns 20 min, a agressão foi tanta que chegou a quebrar os dentes do meu irmão e cortar toda a sua boca e nariz.

Levaram-no para a delegacia e o sargento Ferreira começou então com as historias distorcidas que meu irmão havia lhe agredido verbalmente, logo após disse que ele lhe deu um murro e depois disse que foram três, e na sala com a delegada ele já aumentou a historia dizendo que meu irmão lhe deu vários socos e que seu rosto estaria cheio de pontos, meu pai então pediu à delegada que fizesse então um exame para comprovar quem foi o agredido em questão e me digam o que fizeram? Nada. E assim os safados ficaram em pune!

Só que não, eu preciso que vocês me ajudem a compartilhar para que alguém possa me ajudar para que isso não fique em pune. O descaso com a saúde publica e o abuso de autoridade.
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Já teve muitos casos no Brasil, em que o cidadão sofre nas filas dos hospitais públicos, tendo um mal atendimento, sem macas e cadeiras de rodas, deitados no chão e ainda passa por torturas física e psicológica se reclamar e exigir um bom atendimento, por que tem governador e prefeito que coloca capangas para agredir e torturar quem reclama da miséria reinante na saúde publica! Sem palavras!

A administração do Hospital até a presente data não se pronunciou sobre o caso, a delegada e tão pouco o comando da PM.

O Blog está aberto para a administração do Hospital de Traumas, a delegada, o sargente e os seguranças que são acusados de agressão,  para que todos possam se pronunciar e revelar suas versões do caso. 


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