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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Renato Cunha Lima é ESQUIZOFRÊNICO, diagnostica médico famoso amigo de Cássio

Marcos Maivado Marinho 
O empresário Renato Cunha Lima, segundo suplente de senador do seu sobrinho Cássio, encontra-se num processo delirante, transtorno que a Medicina classifica como ESQUIZOFRENIA.
O diagnóstico é de um dos mais requisitados médicos do Brasil, o neurocirurgião campinense Rafael Holanda, que é escritor e colunista d’A PALAVRA.
Amigo pessoal e fã ardoroso de Cássio Cunha Lima, Rafael não está nada satisfeito com as posições políticas de Renato, que declarou apoio incondicional ao governador Ricardo Coutinho, contrapondo-se à decisão do sobrinho de trair o governador e concorrer ao Governo do Estado, desgarrando-se assim do grupo de áulicos que gravita em torno do tucano.
Valendo-se da janela de comentários deste portal em matéria onde Renato tece críticas a Cássio e também a outro dos seus sobrinhos, o vice-prefeito de Campina Grande Ronaldinho Cunha Lima, por conta de não prestação de contas da festa junina da cidade, o médico receita para o empresário ‘Risperidona’ e ‘Olanzapina’, dois antipsicóticos para tratamento da esquizofrenia.
“Acredito que uma boa dose de Risperidona e Olanzapina poderia colocar o juízo de Renato nos eixos”, aconselha Rafael Holanda.
O consagrado médico vai mais longe e avança um conceito pessoal sobre o empresário, à sua ótica um “parece que não sei” qualquer.
Holanda não perdoa mesmo: “É ridícula a sua opinião, tem se transformado em um parece que não sei. Não tem nem o voto dele para deputado”, fulmina.
OS REMÉDIOS

Risperidona, assim como Olanzapina, são antipsicóticos usados no tratamento de psicoses delirantes, incluindo-se a esquizofrenia. Porém, a Risperidona, como os demais antipsicóticos atípicos, é também utilizada para tratar algumas formas detranstorno bipolar, psicose depressiva, transtorno obsessivo-compulsivo e Síndrome de Tourette.

Nos Estados Unidos da América ela também foi aprovada para o tratamento sintomático de irritabilidade em crianças e adolescentes autistas, bem como para o tratamento da esquizofrenia e outras formas de psicoses.
A Olanzapina age no Sistema Nervoso Central, ocasionando melhoras dos sintomas em pacientes com esquizofrenia, episódios depressivos associados a distúrbio bipolar, episódios agudos de mania, transtorno de personalidade limítrofe, tratamento de manutenção em distúrbio bipolar e minoração das manifestações da síndrome de Gilles de la Tourette.
Os dois apresentam efeitos colateraisdiversos, dentre os quais aumento de peso, dores de cabeça, sonolência, insônia, agitação, nervosismo, irritabilidade, zumbidos e fotofobia.
De forma menos comum podem surgir contrações musculares, enrijecimento dos músculos e inquietação.

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